11 de set de 2008

NÓS E O TEMPO



Hoje, um dia nublado pouco produtivo no quesito rua, mas quando se está dentro de casa, tu pensa em zilhões de coisas para fazer. Eu pensei em postar por aqui, e resolvi postar sobre algo que nos "manipula" vamos dizer assim, o tão dependente TEMPO. No final do século 17, Newton definiu o que chamamos de tempo absoluto, cuja passagem é sempre constante e independente do observador, fluindo como um rio. Einstein mostrou que, na verdade, a passagem do tempo depende do momento relativo entre observadores. As descobertas de Einstein mudaram profundamente nossa concepção do tempo, ele mostrou que a presença de massa ( ou de energia) também influencia a passagem do tempo, embora esse efeito seja irrelevante em nosso dia-a-dia. O tempo tem um sentido mas os acontecimentos exibem recorrência. Sentido e recorrência também só aparentemente são contraditórios; inicio e termo de um ciclo não se equivalem porque justamente há memória; correspondem-se num percurso de evolução mais longo. Deixando as teorias um pouco de lado, vamos para o campo da música, onde pode se encontrar um clássico conceptual de 1973 com o nome "The darkside of the moon", de umas das melhores bandas do planeta PINK FLOYD. Dentro dessa obra de arte, existe uma música sobre o nosso glorioso tempo, justamamente com o nome de Tempo (Time). Coloquei a tradução para se ter um melhor entendimento. ENJOY!

Tempo - Time
(Mason, Waters, Wright, Gilmour)

As horas passam marcando os momentos
Que se vão, que formam um dia monótono
Você desperdiça e perde as horas
De uma maneira descontrolada
Perambulando num pedaço de terra
Na sua cidade natal
Esperando alguém ou algo
Que venha mostrar-lhe o caminho

Cansado de deitar-se na luz do sol
De ficar em casa observando a chuva
Você é jovem e a vida é longa
Há tempo de matar o hoje
E depois, um dia você descobrirá
Que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida

E você corre e corre para alcançar o sol
Mas ele está indo embora no horizonte
E girando ao redor da Terra para se levantar
Atrás de você outra vez
O sol permanece, relativamente, o mesmo
Mas você está mais velho
Com o fôlego mais curto
E a cada dia mais próximo da morte

Cada ano está ficando mais curto
Nunca você parece ter tempo.
Planos que tampouco deram em nada
Ou em meia página de linhas rabiscadas
Insistindo num desespero quieto
É a maneira inglesa
O tempo se foi, a canção terminou
Pensei que tivesse algo mais a dizer

Meu lar, meu lar denovo, eu gosto de estar aqui quando posso
Quando eu chego em casa com frio e cansado,
É bom esquentar meus ossos do lado do fogo
Muito longe atravessando o campo o badalar do sino de ferro
Chamam os fiéis para os seus pés
Para escutar as macias palavras magicas faladas.

4 comentários:

Caroline disse...

o tempo pode ser usado de várias maneiras e uma delas é ficar conversando por horas e horas comigo.. ^^


te adoro, pessoa!!

Rodrigo disse...

bahh.. pior q o tempo é uma realidade q a gente acaba as vezes não considerando da forma como devia ser... muito massa o post.
falow rapá!!

Michel disse...

Cara, muito try o post... pra mim, o mais bizarro do tempo são as impressões que ele nos deixa quanto à passagem, tipo de um troço monótono durar 5 minutos e parecer 1 hora e de algo try que tu faz por 1 hora, passar tão rápido como se tivesse durado 5 minutos.

Rodrigo disse...

bahh
eu concordo com o michel!
eh verdade mesmo!